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quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

JORNAL DA PARAÍBA SOBRE A REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Governo tem no máximo 220 votos para reforma da Previdência

Depois do presidente da Câmara, agora é a vez do primeiro vice-presidente da Casa praticamente jogar a toalha quanto à aprovação da reforma da Previdência. Para Fábio Ramalho (MDB-MG), o governo tem hoje, no máximo, 220 votos. A aprovação da proposta de emenda constitucional exige o apoio de pelo menos 308 deputados em dois turnos de votação. A primeira delas está marcada para logo depois do Carnaval, no dia 19 de fevereiro.


Em entrevista ao Congresso em Foco, Fábio Ramalho classificou como “muito difícil” o cenário para o governo. “Não estou otimista. É muito difícil virar o jogo. Creio que a reforma tenha hoje o apoio de 200 a 220 deputados. Mas o governo precisa dar andamento à discussão sobre o assunto. Na verdade, pautar o assunto já é um grande ganho para o governo”, avalia.
Segundo ele, as conversas do presidente Michel Temer com lideranças evangélicas e o empresário e apresentador Silvio Santos, nos últimos dias, além da liberação de verbas e da distribuição de cargos, ajudam o governo, mas não são suficientes para a aprovação da reforma.

Congresso em Foco
Foto: Gilmar Félix/Ag. Câmara

segunda-feira, 1 de maio de 2017

DIREITOS SENDO TIRADOS E A PREVIDÊNCIA TEM DESVIO DE RECURSOS PARA OUTRAS ÁREAS


Para analistas, projeto da Previdência pagará benefícios cada vez menores

A reforma em estudo mexe com direitos essenciais para o trabalhador, especialmente em relação ao tempo necessário para aposentadoria
A previsão de muitos analistas é de que a Previdência Social, nos moldes projetados pelo governo, vai se transformar apenas em um programa de renda mínima, pagando benefícios cada vez menores, abaixo inclusive do piso salarial. A reforma em estudo mexe com direitos essenciais para o trabalhador, especialmente em relação ao tempo necessário para aposentadoria.
A justificativa do governo para propor uma reforma tão severa é por conta do déficit do previdenciário, ou seja, o governo alega que a previdência gasta mais dinheiro do que arrecada, mas a realidade não é bem assim. A Anfip (Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil) divulga anualmente a publicação Análise da Seguridade Social e os superávits são sucessivos.
O problema é que nos anos de 1990, com a publicação da ementa que possibilitou a DRU (Desvinculação das Receitas da União), o governo passou a “desviar” recursos da Previdência Social para cobrir outros gastos, a exemplo dos desembolsos com a dívida pública. Lembrando que a Previdência Social não é sustentada apenas por contribuições dos empregados e empregadores. A previdência também conta com recursos embutidos em cada produto ou serviço adquiridos pelo consumidor.
No preço de tudo que adquirimos estão incluídos tributos que deveriam ser destinados à Previdência, à saúde e ao amparo da velhice de todos. Antes da emenda que desviou parte da arrecadação da Previdência para outros setores, havia superávits acumulados no sistema previdenciário.
fonte:

quarta-feira, 22 de março de 2017

DIRETORIA DO SINDASP-PE ESTÁ EM BRASÍLIA EM ARTICULAÇÃO CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA E TERCEIRIZAÇÃO NO SERVIÇO PÚBLICO

A Diretoria do Sindasp -PE e Diretores da Fenaspen estão em Brasília desde terça-feira lutando junto aos líderes para a retirada dos agentes peniteciários e policiais para convencimento da retirada das categorias estadual.

A Tarde tivemos a informação que servidores estaduais, municipais, policiais e agentes penitenciarios não estarão nesta reforma.



Deputado Federal Eduardo Bolsonaro

Sindasp-Pe e Sindasp-Sp