quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Secretários são convocados para explicar fugas em presídios na Alepe dia 2

Secretário de Justiça e Direitos Humanos, Pedro Eurico (PSDB), deve explicar fuga em presídios do Estado / Foto: JC Imagem

Secretário de Justiça e Direitos Humanos, Pedro Eurico (PSDB), deve explicar fuga em presídios do Estado

Foto: JC Imagem

A Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) aprovou nesta terça-feira (26) uma convocação para que os secretários estaduais Pedro Eurico (Justiça e Direitos Humanos) e Alessandro Carvalho (Defesa Social) expliquem as duas fugas em massa ocorridas em presídios do Estado na última semana. Como se trata de uma convocação, e não de um convite, a dupla tem obrigação de estar presente na próxima reunião da Comissão, que ocorrerá na próxima terça-feira (2), às 11h.

Um dos integrantes da comissão, o deputado Lucas Ramos (PSB), vice-líder do governo na Alepe, ligou para o secretário da Casa Civil, Antônio Figueira, para comunicar da decisão e pedir o empenho do governo no envio dos secretários.

A pedido do líder da oposição na Casa, Silvio Costa Filho (PTB), o presidente da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos, Edilson Silva (PSOL), também aprovou um convite para que o promotor Marcellus Ugiette, da 19ª Vara de Execuções Penais, também esteja presente. Ugiette defende o fechamento do Complexo Prisiconal do Curado, a maior unidade prisional do Estado, que tem mais de 8 mil detentos.

Também foram convidados representantes do Conselho Estadual de Direitos Humanos, do Sindicato dos Agentes Penitenciários, da Associação dos Cabos e Soldados e de entidades que trabalham com a população carcerária.

Além de Edilson e Lucas Ramso, a reunião extraordinária da Comissão que aprovou a convocação de Pedro Eurico e Alessandro Carvalho contou com a presença dos deputados Osséssio Silva (PRB) e Eduíno Brito (PHS).

A última vez em que Pedro Eurico esteve na Alepe foi em agosto do ano passado, apresentando um balanço das medidas adotadas pelo governo durante os seis meses de estado de emergência no sistema prisional.

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