sexta-feira, 6 de novembro de 2015

MORTE NA PFDB - SINDASP ESTEVE NO PRESÍDIO PARA FALAR SOBRE O EPISÓDIO

Jornal do Commercio - Publicado em 05/11/2015, às 22h41

Batalhão de Choque, Corpo de Bombeiros, IC, IML e o Departamento de Homicídios e DHPP estão no local

Foto: Alexandre Gondim/ JC Imagem

Dois detentos morrem em confusão no Presídio Frei Damião de Bozzano

A Polícia Civil, o Batalhão de Choque e a equipe da SERES estão apurando os fatos para levantar as circunstâncias do ocorrido

Dois detentos morreram e três ficaram levemente feridos durante confusão e incêndio no pavilhão F do presídio Frei Damião de Bozzano, no Complexo Prisional do Curado, na noite desta quinta-feira (5). De acordo com o presidente do sindicato dos agentes penitenciários, João Carvalho, o detento identificado como Alexandre João da Silva teria passado o dia ameaçando outros presos e acabou sendo morto a facadas e, em seguida, carbonizado. Gilvan Monteiro do Nascimento, que ocupava a mesma cela que Alexandre, tentou se proteger do fogo, mas acabou morrendo asfixiado.

O Corpo de Bombeiros, o Instituto de Criminalística (IC), Instituto de Medicina Legal (IML) e o Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) foram acionados para as devidas providências. A Polícia Civil e a equipe da Seres estão apurando os fatos para levantar as circunstâncias do caso.

No último dia 27, um detento do Presídio Agente de Segurança Penitenciária Marcelo Francisco de Araújo (Pamfa), também do Complexo Prisional do Curado  chegou morto ao Hospital Otávio de Freitas (HOF), após ser esfaqueado no pescoço.

Em setembro, a Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA) decidiu convocar o Brasil para que sejam dadas explicações sobre a recente onda de rebeliões no Complexo Prisional do Curado, antigo Aníbal Bruno, considerado um dos maiores da América Latina. Nas últimas três rebeliões no presídio, 16 pessoas morreram.




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