quarta-feira, 1 de abril de 2015

Presidente João Carvalho enfatiza união na luta pelos direitos da base em seu discurso na posse da nova Diretoria do Sindasp

Em seu discurso de posse da nova diretoria do Sindasp, realizada na noite desta terça-feira (31), na sede do Sindicato, bairro da Boa Vista, o presidente da entidade, João Carvalho, ressaltou a importância dos agentes penitenciários como elo fundamental nos processos da segurança pública, que vão desde o poder disciplinar, de polícia, até o Judiciário e ao Ministério Público, tornando-se assim, uma função essencial para o exercício e cumprimento da lei, bem como de fazer com que aqueles que se encontram nas unidades prisionais, não sejam simplesmente "detentos", mas reeducandos que, após o cumprimento de suas penas, possam ser reintegrados ao convívio social como cidadãos de bem.

Carvalho também destacou a importância da união entre a categoria e foi enfático ao afirmar que "Sindicato não existe sem base, sem diretores unidos, uma vez que sem a integração entre a categoria é que determina as conquistas dos servidores", ressaltou. O presidente também aproveitou para enaltecer as transformações da entidade. "Quando chegamos no Sindasp pela primeira vez, nós possuíamos apenas 74 filiados, dívidas astronômicas. Hoje temos um sindicato onde foi cumprida a democracia, abrangendo todas as unidades do estado e vamos honrar nossas propostas de campanha porque somos profissionais de palavra e não deixaremos de lutar por cada um dos servidores.

João Carvalho prosseguiu, entre outras inserções, com uma convocação de todos os presentes para o fortalecimento das bases através de uma participação integrada, coma realização de assembleias, que anteriormente, sequer eram realizadas, deixando os agentes penitenciários sem uma voz representativa. O presidente do Sindasp também não deixou de acentuar as reinvidicações dos agentes penitenciários, entre elas, o Projeto de Emenda Constitucional (PEC 308) que prevê uma padronização a nível nacional dos agentes penitenciários (Polícia Penal), uma regulamentação que busca o reconhecimento da identidade profissional dos agentes prisionais em todo o País e evitar discrepâncias na qualidade de vida, valorização e condições dignas de trabalho entre os servidores de cada um de todos os estados brasileiros.

Por fim, Carvalho firmou a igualdade não só entre os funcionários no sistema penitenciário em Pernambuco, mas também a necessidade de estabelecer um diálogo entre os sindicatos de todo o Brasil a fim de fortalecer a luta dos trabalhadores em todo o território nacional.

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