sexta-feira, 16 de agosto de 2013

NOTÍCIA NO JORNAL DO COMÉRCIO

pec 300

Governo não se opõe a igualar salário de bombeiros e PMs do Estado ao do DF

Secretário-executivo da Casa Civil recebeu representantes das categorias no Centro de Convenções, sede provisória do governo do Estado

Publicado em 15/08/2013, às 21h38

Do JC Online

 / Foto: Diego Nigro/JC Imagem

Foto: Diego Nigro/JC Imagem


Policiais militares, civis e agentes penitenciários de Pernambuco entregaram as pautas de reivindicações das categorias ao governo do Estado nesta sexta-feira (16). Representantes de cada corporação se reuniram com o secretário-executivo da Casa Civil, Marcelo Canuto, na sede provisória do governo, no Centro de Convenções, após passeata à tarde pela Avenida Agamenon Magalhãe, área central do Recife.
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A principal reivindicação dos manifestantes é que o governador apoie a PEC 300, que consiste na criação de um piso salarial nacional para PMs e bombeiros equiparado a outros servidores. De acordo com Marcelo Canuto, o governo estava pronto para tratar sobre PEC 300. Mas as autoridades se surpreenderam com a presença dos policiais civis a agentes.
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“Alguns sindicatos aproveitaram para renovar as pautas de reivindicações e nos entregaram. Recebemos elas e vamos marcar novas rodadas de negociações posteriormente”, disse o secretário.
Em relação à PEC, Canuto explicou que o governo não é contrário á equiparação salarial. “Ela foi aprovada em primeiro turno na câmara e ainda vai ter o segundo. Se for de fato decretada, todos os estados terão um prazo para cumprir isso. Nós simplesmente não podemos passar por cima disso”, alegou.
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PASSEATA - Por volta das 15h30, cerca de 400 policiais militares e bombeiros saíram da Praça do Derby e seguiram sentido Olinda, com apitos e um trio elétrico. Logo após o viaduto da Avenida Norte, eles se encontraram com os policiais civis, agentes penintenciários e foram até o Centro de Convenções, aumentanto o número de participantes para aproximadamente 600.
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No local, O presidente da Associação de Cabos e Soldados de Pernambuco (ACS-PE); o presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol), Cláudio Marinho; e o presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários de Pernambuco, Nivaldo Oliveira, foram convocados pelas categorias para formar uma comissão e conversar o representante do Estado.
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De acordo com o diretor da Associação dos Policiais Civis de Pernambuco, Lenivaldo Júnior, cada categoria luta, além da aprovação da PEC 300, por outros direitos. “A luta dos agentes penitenciários, por exemplo, é para que os profissionais sejam reconhecidos como policiais civis”, disse.
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"Já a PM quer que a PEC 102 seja aprovada, para deixar de ser militar e se aproximar mais da questão dos direitos humanos”, explicou o diretor administrativo da Associação dos Policiais e Bombeiros Militares de Pernambuco (ASSP-PE) Sérgio Lima.
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