Desde que a presidenta Dilma Rousseff vetou a PLC 87/2011 que expande o porte de arma de fogo fora de serviço a todos os agentes penitenciários do Brasil, os "bandidos" estão mais audaciosos em saber que o agente de vários Estados não podem portar armas fora de serviço e não mais se arriscará no trabalho.
Diante disso, está acontecendo uma onda de rebeliões aleatórias. No último sábado (26) foi no presídio Aníbal Bruno (atual Complexo do Curado) em Pernambuco, agora é no Roger em João Pessoa/PB.
Diante disso, está acontecendo uma onda de rebeliões aleatórias. No último sábado (26) foi no presídio Aníbal Bruno (atual Complexo do Curado) em Pernambuco, agora é no Roger em João Pessoa/PB.

Publicado em 28.01.2013, às 15h20
Foto: Reprodução/ TV Cabo Branco
Vanessa Silva Do NE10/ Paraíba
Pelo menos 17 detentos da Penitenciária Flósculo da Nóbrega, o Presídio do Roger, em João Pessoa, ficaram feridos após um princípio de rebelião registrado na manhã desta segunda-feira (28). De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária da Paraíba (Seap), o tumulto começou durante o banho de sol, por causa de um desentendimento entre presos de facções rivais.
A confusão foi controlada ainda pela manhã, com a entrada do Batalhão de Choque. Apesar da Seap garantir que só foram utilizadas armas não-letais para o controle da situação, o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa confirmou a entrada de pelo menos dois detentos com ferimentos provenientes de arma de fogo. O estado de saúde deles é grave. Além deles, outros nove detentos foram internados na unidade e mais seis, com ferimentos leves, receberam atendimento ainda na casa de detenção.
Às 14h, o balanço da unidade de Trauma era de uma alta e oito presos que permaneciam internados. Após o motim ter sido contornado, a PM realizou uma operação pente fino nos pavilhões 5 e 6. Pelo menos 100 policiais participaram da ação.
FUGA NA MADRUGADA - Segundo a Seap, um
detento fugiu do presídio do Roger na madrugada desta segunda-feira
(28). Os agentes penitenciários que estavam de serviço no momento do
ocorrido estão sendo ouvidos e a Secretaria informou que será instaurada
uma sindicância para apurar as circunstâncias da fuga. A Seap, porém,
nega que o fato tenha ligação com a rebelião.
Fonte: http://ne10.uol.com.br
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