Agentes penitenciários paralisam atividades por 24h
Nesta quarta (30), dia de visita, apenas atividades essenciais serão mantidas com 30% do efetivo
por Elis Martins | ter, 29/01/2013 - 12:39
Os agentes penitenciários prometem fazer uma paralisação nacional
nesta quarta-feira (30). O ato é contra o veto presidente Dilma
Rousseff ao projeto de lei complementar que permite agentes
penitenciários e outras categorias profissionais a portarem armas de
fogo fora do horário de serviço.
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De acordo com o vice-presidente do Sindicato dos Agentes e Servidores no Sistema Penitenciário do Estado de Pernambuco (Sindasp-PE), João Batista Carvalho, a categoria também quer mostrar à sociedade as condições de trabalho da classe. “O Estado fica maquiando a realidade do sistema penitenciário. Na rebelião do sábado (26) tinham sete agentes trabalhando e como ia dar conta de quase quatro mil pessoas por conta da pernoite?” interrogou. Na ocasião, dois agentes foram baleados. O vice-presidente ainda alerta que nesta quarta é dia de visita. “Só vai ter se tirar a PM da rua”, afirmou.
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Ainda segundo o vice-presidente, quatro mil presos deixam de ser apresentados por ano por falta de agentes penitenciários que tem um número insuficiente para conduzi-los à justiça. “Como vai reduzir a população carcerária desse jeito?”, questionou mais uma vez.
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Nesta quarta-feira (30), os agentes penitenciários realizam apenas cumprimento de mandado preventivo de prisão, alvará de soltura, alimentação de preso e socorro médico. Em Pernambuco, 1.500 agentes estão em exercício para 26 mil presos, o que equivale 16 detentos para cada agente, quando a proporção deveria ser de 5 para 1. No dia 20 e 21 de fevereiro, a categoria se reúne em Brasília durante um congresso e pode deliberar greve nacional por tempo indeterminado.
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De acordo com o vice-presidente do Sindicato dos Agentes e Servidores no Sistema Penitenciário do Estado de Pernambuco (Sindasp-PE), João Batista Carvalho, a categoria também quer mostrar à sociedade as condições de trabalho da classe. “O Estado fica maquiando a realidade do sistema penitenciário. Na rebelião do sábado (26) tinham sete agentes trabalhando e como ia dar conta de quase quatro mil pessoas por conta da pernoite?” interrogou. Na ocasião, dois agentes foram baleados. O vice-presidente ainda alerta que nesta quarta é dia de visita. “Só vai ter se tirar a PM da rua”, afirmou.
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Ainda segundo o vice-presidente, quatro mil presos deixam de ser apresentados por ano por falta de agentes penitenciários que tem um número insuficiente para conduzi-los à justiça. “Como vai reduzir a população carcerária desse jeito?”, questionou mais uma vez.
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Nesta quarta-feira (30), os agentes penitenciários realizam apenas cumprimento de mandado preventivo de prisão, alvará de soltura, alimentação de preso e socorro médico. Em Pernambuco, 1.500 agentes estão em exercício para 26 mil presos, o que equivale 16 detentos para cada agente, quando a proporção deveria ser de 5 para 1. No dia 20 e 21 de fevereiro, a categoria se reúne em Brasília durante um congresso e pode deliberar greve nacional por tempo indeterminado.

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