quarta-feira, 27 de abril de 2011

GOVERNO ENVIA DOCUMENTO À ASPEPE

O secretário de Administração Ricardo Dantas envia ofício se posicionando quanto a paralização da categoria.


Considerando o teor deste ofício, é relevante frisar que a questão não é somente financeira, mas, primordialmente, de reconhecimento da nossa identidade funcional, do "Termo Servidor Policial Civil". Que em todos os momentos estivemos abertos ao diálogo e dispostos a negociar, desde que houvesse um mínimo de respeito para com nossa categoria. O fato é que em nenhum momento este documento ratifica o cumprimento do acordo firmado em 2010. 

Que o Governo tenha a dignidade e lealdade para com aqueles que souberam honrar fielmente o acordo de 2010, não realizando nenhum tipo de mobilização durante o prazo estipulado e acordado nas tratativas daquele ano, até o dia 31 de março deste ano.

O atual momento me deixa saudoso quanto a disposição e o caráter de homens como o saudoso Dr. ARRAES que sabia honrar os compromissos assumidos e a palavra dada, recordar é viver:

"Com o golpe militar de 1964, tropas do IV Exército cercaram o Palácio das Princesas (sede do governo estadual). Foi-lhe proposto que renunciasse ao cargo para evitar a prisão, o que prontamente recusou para, em suas palavras, 'não trair a vontade dos que o elegeram'. Em consequência, foi preso na tarde do dia 1º de abril."

Lamentamos que atualmente não tenhamos sido honrados pelo Governo do Estado, com o acordo firmado e assinado.

Nivaldo de Oliveirta Júnior
Presidente

2 comentários:

  1. É nisso que dá, nós até hoje aqui fazendo a nossa parte, esperando plano de cargo, data-base, etc. ficamos 4 anos aguardando promessas disso e daquilo desse mesmo governo e até agora nada. Finda o prazo que eles não cumpriram, aí passamos a fazer um movimento altamente pacífico, sem exposição de ocorrências nas unidades, sem exposição do governo e eles ainda têm a cara de pau de nos enviar um ofício desses, posando de vítimas. Onde na realidade vítimas somos nós. Hoje por exemplo quando largamos do serviço na PAISJ, apenas 2 agentes permaneceram "efetuando a segurança da unidade". Não podemos retroceder pessoal, vamos intensificar o movimento e aos poucos parar de vez.
    Lembrem-se: nosso salário atual é de R$1.500, o resto é penduricalho que não levamos para a cova.

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  2. Vivemos um momento muito importante em nossas vidas.Mantivemos um diálogo de alto nível com o Governo,cumprimos todo o período que acabou no último dia 30 de março.Estamos trabalhando com número de Agentes rídiculo em todas as Unidades de PE.Fomos além da nossa capacidade humana e profissional.Não estamos pedindo ao Governo nada de extraórdinário.Esperamos apenas bom senso por parte do Governo.

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